Encontro Harajuku - RJ em Julho


12º Encontro Rio Harajuku

Encontro para praticantes e admiradores de moda urbana japonesa confraternizarem.

Dia 25 de Julho, domingo
- Lá na pracinha do Largo do Machado, na saida do metro & depois picnic gay~ no Parque Guinle.

Todo mundo chegando lá 12:00 (meio dia) mas tardar 13:00 (uma hora) para nao atrasar o nosso lanche néh.

comunidade do Rio Harajuku no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=78560645

Harajuku é o Bairro muito popular pelos jovens. Principalmente a estação de metrô. Harajuku fica situado em tokyo, Japão.


Para quem é praticante ou simplesmente admirador da moda urbana japonesa, está ae o Rio Harajuku.

Fui apenas 1 vez e gostei bastante, é algo bem diferente, e interessante.

Ao Dia Mundial do Rock - 13 de Julho













Homenagem ao Dia Mundial do Rock, afinal o que seria de nós se não fosse o bom e velho Rock'n Roll

Lacuna Coil no Brasil


Finalmente aconteceu o 1º show no Brasil da banda italiana de metal gótica Lacuna Coil.
Possuindo como integrantes: Cristina Scabbia e Andrea Ferro como vocalistas, Cristiano Migliore e Marco Biazzi nas guitarras, Marco Corti Zelati no contra baixo e Cristiano Mozzati assumindo as baquetas. O show foi realizado dia 19/06 no espaço Lux, em São Bernardo do Campo, SP
Esse foi o show de finalização da turne da America Latina do album Shallow Life



A música Survive abriu a apresentação, sendo logo em seguida iniciada Underdog e Closer.
Antes de iniciarem a próxima música, a vocalista Scabbia fez
um discurso incentivando as pessoas a nunca desistirem de seus sonhos e
não terem medo de tentar, como diz a música I'm Not Afraid, iniciada
logo em seguida.
Em seqüência foi apresentada Fragments of Faith e as clássicas 1:19 e
Senzafine, unica música da banda em sua língua mãe, que mesmo assim foi
fortemente cantada pelo público.
O show foi prosseguido por I Won't Tell You e mais outra clássica,
Heaven's a Lie (que foi tocada em homenagem as mortes de Peter Steele,
Ronnie Dio e Paul Gray).


Após uma breve pausa, Scabbia voltou para uma impressionante apresentação de
Wide Awake, única música no qual o público ficou em silêncio devido ao
clima da apresentação. Tendo em seqüência as músicas Fragile, To The Edge,
When a Dead Man Walks (naqual muitas pessoas não acreditavam que eles tocariam essa),
The Maze, Swamped e o famoso cover da banda Depeche Mode, Enjoy the Silence.
Antes de tocarem Enjoy the Silence, a coros de "Brasil, Brasil, Brasil"
puxado pelo público, Scabbia fez uma falha tentativa de samba, mais o
que vale é a intenção né pessoal =P
Ficou curioso para ve-la "sambando"? Segue abaixo o vídeo.





Após outra pausa, a banda enfim retorna para dar fim ao show
tocando Not Enougth, Spellbound e a minha favorita Our Truth.

Altamente aclamados pela platéia, a banda se despede do show
do Brasil e da turnê da America Latina deixando aqui uma brilhante apresentaçãoe mostrando para todos que se é possível fazer músicas simples e de alta qualidade. A passagem dos italianos pelo Brasil foi marcado pelo forte carinho dos fãs (com direito a bandeiras, camisas, bichos de pelúcia e desenhosjogados no palco, todos recolhidos e guardados com enorme carinho, segundo Cristina em seu blog oficial), forte participação do público em todas as músicas
(marca registrada do público brasileiro), várias trocas de roupas
e grande interação entre Andrea, Cristina e o público.
Só espero que a banda realmente cumpra o prometido durante o show,



Agora deixo aqui um pedido/desabafo.
Ambos os vocalistas possuem uma incrível voz e excelentes controles das
mesmas (Scabbia até fez uma demonstração de seu grande domínino durante
o show fazendo com o público aquela velha brincadeira do "hey, hoy").
Por essas e outras eu fico indignado que bons vocalistas como eles
possuam grandes modificações em suas vozes em seus albuns de estúdio. Se
o vocalista sabem realmente cantar (e esses 2 deixaram isso claramente
nesse show), então deixe a voz original nas gravações, editar só tira
toda o trabalho duro e credibilidade de um vocalista de verdade.

Só pra terminar, o show foi muuito bom. Parabéns a banda pela excelente
apresentação e parabéns a platéia pela participação ativa. Espero
realmente que Lacuna Coil esteja de volta ao Brasil o mais breve
possível, para nos presentear com mais uma brilhante apresentação.
Let's Röck

Agora umas fotos tiradas pelo pessoal que conheci no ônibus indo para SP assistir o show,
e outras pegadas na internet ^^










Postado por Andrews (Steal)

Rock - Contos, Lendas e Fábulas

The Dark Side of The Rainbow

O LADO ESCURO DE OZ

Um dos mitos mais famosos que envolve um álbum de rock fala a respeito de um suposto fenômeno de sincronia entre The Dark Side of Th e Moon (1973), trabalho da banda psicodélica inglesa Pink Floyd, e o filme O Mágico de Oz, de 1939. O disco levou a popularidade da banda para as alturas: a faixa Money invadiu as rádios norte-americanas ficou entre o Top 20; nas paradas britânicas, ficou entre as mais tocadas por 301 semanas. Dark Side possui efeitos sonoros incidentais e apresenta uma idéia completamente nova: coloca partes de entrevistas ao longo das músicas, a maioria gravada em estúdio. As letras desse álbum falam sobre as diferentes pressões no dia-a-dia do ser humano. O disco foi gravado no estúdio Abbey Road, em Londres, o mesmo em que os Beatles fizeram vários de seus álbuns. Segundo alguns conspirólogos (nome que se dá àqueles que estudam conspirações e que, muitas vezes, são os principais responsáveis por espalhar os boatos), só por ter sido gravada no mesmo estúdio dos Beatles, a obra mais famosa do Pink Floyd já seria uma espécie de “influência psíquica indireta” sobre os ouvintes.

Quando a história da sincronia de Dark Side com o filme O Mágico de Oz foi divulgada, na década de 1990, muitos fãs se mostraram um pouco céticos sobre o assunto. Tal fato foi negado diversas vezes tanto por Roger Waters, compositor e vocalista da banda, quanto por David Gilmour, também vocalista e guitarrista do Pink Floyd. No entanto, os conspirólogos continuam insistindo no assunto.

DESENHO PSICODÉLICO

Com uma cópia do disco The Dark Side of the Moon e um exemplar do DVD do filme O Mágico de Oz é possível conferir a simultaneidade entre as obras na sua casa

A sincronia do álbum The Dark Side of The Moon, do Pink Floyd, com o filme O Mágico de Oz pode ser facilmente reproduzida em casa. Basta uma cópia do filme em DVD e o CD da banda inglesa psicodélica (as fitas VHS e os discos em vinil são mais difíceis de serem sincronizados).

Primeiro, coloque o CD para tocar e aperte o Pause. Em seguida, ponha o DVD no aparelho e aguarde ser carregado. Pressione a tecla Play de seu controle remoto para dar inicio ao filme. Quando as imagens começarem a aparecer na televisão, aguarde o leão símbolo do estúdio Metro- Goldwyn-Mayer rugir. Detalhe importante: a simultaneidade das obras só pode ser conferida com a versão original do Mágico de Oz, em que o começo do filme é em preto e branco. Se a versão for colorida, o resultado pode ter ligeiras diferenças.

Depois do terceiro rugido do leão, aperte o Play de seu CD e imediatamente acione a tecla mudo da sua TV. Há quem diga que uma sincronia maior entre as obras é obtida quando o CD é acionado após o primeiro rugido do leão. Depois, basta acompanhar o desenrolar do filme e prestar atenção na música. Importante: não se esqueça de programar o CD para tocar de novo quando acabar sua primeira execução.

Se você consegue entender bem a língua inglesa e as letras das músicas, a possibilidade de apreciar o efeito é maior, pois muito do que é cantado aparece na tela. Por exemplo:

• A tia de Dorothy parece dizer leave (parta, em português) ao mesmo tempo em que é dito o verso leave, but don’t leave me (parta, mas não me abandone) na música Breathe
• Look around (olhe ao redor), e Dorothy olha ao redor
• Dig that hole (cave aquele buraco) e o fazendeiro do filme aponta para o chão
• Moved from side to side (moveram- se de um lado para o outro), e os Munchkins correm de um lado para outro quando surge a Bruxa Má do Oeste.
• Black and blue (preto e azul), quando é dito black, a bruxa é vista, quando é dito blue, aparece o rosto azul dela
• Os sons de relógios na introdução da música Time começam a tocar assim que a personagem Elvira Gulch aparece na bicicleta, e cessam assim que ela pára de pedalar
• A canção The Great Gig in the Sky se inicia assim que o tornado se aproxima no filme, e suas mudanças de ritmo combinam com o clima
• A música Money começa quando Dorothy abre a porta para o mundo de Oz e o filme deixa de ser preto-e-branco e torna-se colorido
• As bailarinas do desenho dançam ao ritmo de Us and Them

Ninguém sabe ao certo como surgiu a idéia de simultaneidade entre o trabalho da banda inglesa e o filme baseado no livro do escritor norte-americano Lyman Frank Baum. Sabe-se apenas que em 1994 os fãs da banda já discutiam o assunto abertamente no grupo de discussão do site Usenet (alt.music.pinkfloyd). Desde então, o assunto foi estudado exaustivamente por músicos, pesquisadores da história do rock e até por profissionais de vídeo. Passou a ser uma referência de cultura popular já no ano seguinte, quando, em agosto de 1995, um jornal de Fort Wayne, no Estado norte-americano de Indiana, publicou o primeiro artigo na grande mídia sobre a sincronia.

Não demorou muito para que os fãs começassem a criar sites na internet, onde pudessem descrever suas experiências enquanto viam as coincidências entre as duas obras. A legião de interessados cresceu quase exponencialmente em 1997, quando um locutor de uma rádio de Boston discutiu o fenômeno no ar. Isso levou a mais uma chuva de artigos de revistas especializadas em rock e um segmento inteiro dedicado ao assunto no informativo da emissora de televisão MTV norte-americana.

Interessado em atrair a atenção para o fenômeno, o canal por assinatura norte-americano Turner Classic Movies (TCM) exibiu O Mágico de Oz junto com Dark Side, como trilha sonora opcional. Os fãs que se interessam pelo sincronismo falam que já juntaram mais de 100 momentos de conexão entre o filme e o disco. É claro que o álbum em si é de menor duração que o filme, por isso o correto é fazer com que o disco recomece depois que termine sua primeira execução. E os fãs afirmam que o fenômeno chega a se repetir.

Dizem que os exemplos de sincronismo podem ser percebidos nas seguintes passagens: o verso balanced on the biggest wave (balançado na maior das ondas), da música Breathe, é cantando enquanto a personagem Dorothy se balança em cima de um muro; quando Roger Waters canta “who knows which is which” (quem sabe quem é quem), na balada Us and Them, as bruxas boa e má do Mágico de OZ se confrontam no filme; e o verso the lunatic is on the grass (o lunático está na grama), da faixa Brain Damage, é cantado enquanto o Espantalho, cujo corpo é preenchido com grama seca, age freneticamente como um louco.


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Clube dos 27

Inicio

O clube dos 27 é uma história interessante da história musical, e com certeza ainda sem um final.

Tal clube refere-se à músicos, principalmente alguns lendários, que morreram em suas 27 primaveras, alguns com mortes inexplicáveis até hoje.

Os principais integrantes do grupo são:

Robert Johnson (08/05/1911 - 16/08/1938)

Considerado por muitos o avô do Rock and Roll, mesmo com o pouco tempo de vida, influenciou músicos como Jimi Hendrix, Bob Dylan e Eric Clapton, que o chamava de "o mais importante cantor de blues que já viveu".

Um mito popular conta que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi, em troca da proeza para tocar guitarra. Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", que falava de uma encruzilhada e do seu encontro com o demônio.

Sua história foi pano de fundo para o filme "A Encruzilhada" (Crossroads), de 1986, com Ralph Macchio. Há várias versões populares para sua morte: que morreu envenenado pelo whisky servido por um dono de bar, enciumado por Robert ter flertado com sua esposa, que morreu de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.

Brian Jones (28/02/1942 - 03/07/1969)

Brian Jones foi um dos fundadores da lendária banda, Rolling Stones. Ele convidou Jagger e Richards, em 1962, para formar uma banda, que se chamaria The Rolling Stones, inspirado no trecho de uma canção de Muddy Waters que dizia: "… pedras rolantes não criam musgo…".

Apesar da fama e fortuna originada pelo sucesso da banda, Brian acabou por ceder ao uso desregrado de drogas, o que lhe valeu o desprendimento do grupo em 8 de Junho de 1969. Menos de um mês depois, no dia 3 de julho, Brian foi encontrado afogado na piscina de sua casa.

O Trio "J"

Jimi Hendrix (27/11/1942 - 18/09/1970)

Jimi Hendrix é até hoje considerado o maior guitarrista de todos os tempos por muitos e sua obra influencia músicos de todas as idades. Hendrix permaneceu na Inglaterra, e, em 18 de Setembro, foi encontrado na cama do quarto de um hotel onde estava com uma namorada alemã, Monika Dannemann, desacordado após ter tomado nove pílulas de Vesperax (forte analgésico), tendo, em seguida, se asfixiado em seu próprio vômito. O laudo do hospital disse que Hendrix chegou ao hospital já morto. Seu corpo foi mandado de volta para casa e enterrado no Greenwood Memorial Park, em Renton, estado de Washington, nos Estados Unidos.

Janis Joplin (19/01/1943 - 04/10/1970)

Janis, cantora americana de blues, influenciada pelo rock e pelo soul com uma voz marcante, fez de seu nome uma lenda nos anais da música, tanto pelo talento como por suas loucuras. Morreu de overdose de heroína em 4 de outubro de 1970, em Los Angeles, Califórnia. Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, em Westwood, Califórnia, e numa cerimônia, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.

Jim Morrison (08/12/1943 - 03/07/1971)

Vocalista da banda "The Doors", Jim virou uma lenda da música por suas letras e seu jeito de viver a vida como se vivesse em seu próprio mundo.

Morreu em Paris, na banheira. Muitos fãs e biógrafos especularam sobre a causa da morte, se teria sido por overdose, pois embora Jim não fosse conhecido por consumir heroína, Pam fazia-o (morreu de overdose em 1973) e é sabido que nesse Verão correu Paris à procura de heroína de uma pureza invulgar. Outra hipótese seria um assassinato planejado pelas próprias autoridades do governo americano. O relatório oficial diz que foi “ataque de coração” a causa da sua morte. Está sepultado no famoso cemitério do Père-Lachaise em Paris. Devido a atos de vandalismo de alguns fãs, por diversas vezes a associação de amigos do cemitério sugeriu que o corpo fosse transferido para outra necrópole.

Cobain

Kurt Cobain (20/02/1967 - 05/04/1994)

Kurt, conhecido guitarrista e compositor da banda Nirvana, um dos protagonistas do cenário grunge, é tido como um dos maiores artistas da década de 90.

Suicidou-se com uma espingarda em sua boca, em sua própria casa. A autópsia encontrou traços de benzodiazepinas (tranquilizantes) e heroína no sangue de Kurt. O nível de heroína era tão algo que mesmo ele – famoso pela enorme quantidade que tomava – não poderia ter sobrevivido por muito mais tempo do que aquele que levou para disparar a arma.

De acordo com o livro Heavier Than Heaven, sua biografia, a irmã de Kurt afirma que, quando criança, ele dizia o quanto queria entrar para o clube dos 27.


Rock - Japanese Rock (J-Rock)


J-Rock : não é só uma forma de música, mas um nicho musical que abriga vários estilos. Frequentemente abreviada para "j-rock" ou "jrock"

Dentro do cenário do rock japonês existe uma vertente chamada visual kei, um movimento musical que mistura vários estilos, onde as bandas valem-se de roupas e maquiagens elaboradas e perfomances extravagantes.


(X-Japan)

Banda que revolucionou o cenário musical no Japão. A banda, formada por Yoshiki, Toshi, hide, Pata e Taiji (anos depois substituído por Heath) foi uma das responsáveis pelo início do movimento Visual kei, que até hoje se mantem em alta no Japão. O estilo predominante da banda era o Speed Metal, vertente do Heavy Metal, com muitas influências do Hard Rock e inclusive de Punk Rock, Glam Rock, entre outros. Conforme o tempo foi passando, a banda foi inovando o seu estilo. Também lançou baladas de grande sucesso, para além do estilo speed metal.

Outras bandas: Miyavi, Guitar Wolf, An Cafe, Dir en Grey, L'Arc~en~Ciel, Versailles, Malice Mizer e Phantasmagoria

Fonte: Wikipédia

Rock - Rock Brasileiro

(Legião Urbana)

Numa época em que a Bossa Nova predominava, o rock desembarcou no Brasil no início da década de 1960. Os primeiros sucessos de rock genuinamente brasileiros foram "Banho de Lua" e "Estúpido Cupido", da cantora Celly Campelo, no começo daquela década. Ainda nos anos sessenta, surgiu a Jovem Guarda, primeiro movimento do rock no país e de sucesso entre boa parte da juventude brasileira. Inspirado nas letras românticas e no ritmo acelerado padrão nos EUA, o gênero se popularizou em terras brasileiras através de cantores como Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa.

No final da década, o grupo Mutantes misturou o rock à diversidade da música brasileira. Foram também os primeiros a serem conhecidos no exterior. Décadas mais tarde, seriam redescobertos e mais cultuados internacionalmente. Na virada para a década de 1970, surge no cenário rock brasileiro nomes como Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados.

Na década seguinte, o rock brasileiro seguiu um caminho com uma temática mais urbana e cotidiana. Entre os principais destaques comerciais, estavam bandas como Legião Urbana que foi um das maiores bandas de rock dos anos 80 e 90 no Brasil, RPM, Ultraje a Rigor, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso. Na virada daquela década, a banda brasileira Sepultura - apesar de não estar ligada ao cenário rock do país - se torna um dos principais nomes do heavy metal no Brasil e de destaque no mundo. Nos anos 1990, outros ritmos e estilos ganharam total espaço na mídia nacional, obscurecendo ótimos grupos que surgiram no país. O mercado está praticamente fechado para o rock’n’roll, que anda encontrando sérias dificuldades para continuar existindo na cultura brasileira. Ainda assim, grupos como Raimundos e Angra , apesar de o primeiro ser punk e o segundo power metal,ainda estão abrindo espaço para os que ainda devem surgir. Muitos consideram que o rock está vivendo um marasmo. Atualmente, as bandas de rock brasileira mais apontadas no mainstream são Pitty, Charlie Brown Jr e Capital Inicial. Muitos não consideram, entretanto, essas bandas como rock. Outros já dizem que quem não merece o título de rock, na verdade, são bandas comercialmente promissoras, mas com qualidade musical nula, como NxZero e Fresno. O rock também pode ser representado na sua essencia pela Cachorro Grande, banda gaúcha que possui no estilo musical e visual elementos do rock setentista. É impossível ignorar as misturas que o rock brasileiro traz. Uma banda que possui uma densidade e atitude do rock, mas é considerada oriunda do movimento cultural, musical e regionalista Mangue Beat é a Nação Zumbi. Devagar e sempre, o rock continua a desenvolver-se por aqui, chegando até mesmo a ter representantes do black e death metal brasileiro, que já são conhecidos no mundo todo.

Fonte: Wikipedia

Rock - Diversos Gêneros do Metal dos anos 80 ao Século XXI

No tópico "Rock - Anos 50 ao 80" falam sobre o Heavy Metal, nesse aqui será falado sobre outros gêneros da cena metal como, Power Metal, Black Metal e etc.

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Thrash Metal : O thrash metal é uma subdivisão do heavy metal conhecida por uma maior velocidade e maior peso do que seus antecessores. Suas origens remontam ao fim da década de 1970 e começo da década de 1980, quando um grande número de bandas começou a incorporar elementos da NWOBHM com a nova música hardcore punk que surgia, criando assim um novo estilo. As "quatro grandes" bandas do thrash metal são Anthrax, Megadeth, Metallica e Slayer, que criaram e popularizaram o gênero no começo da década de 1980. Em meados do fim dos anos 70 o termo thrash já era usado na cena punk para referir-se as bandas que possuiam uma sonoridade mais agressiva que as demais do estilo, foram feitas até mesmo compilações utilizando o termo como o New York Thrash compilado em 1978 e lançado apenas em 1982 que continha bandas como Bad Brains, Adrenalin O.D., The Undead entre outras. Só a partir do início dos 80 que o termo foi adicionado no cenário do metal.

Black Metal : Black metal é um subgênero musical que evoluiu do thrash metal no início dos anos 1980 paralelamente ao death metal, um outro gênero do metal extremo. Este novo estilo é extremamente sombrio, cru e agressivo e incorpora em suas letras temas como o satanismo e o paganismo (em particular a mitologia nórdica). Um estilo onde o extremismo pode ser percebido tanto na sonoridade - ríspida e crua - quanto nas letras: anticristãs, em alguns casos Neo-Nazistas (Por influência de Kristian Vikernes).

Death Metal : é uma das diversas ramificações do heavy metal. Surgiu simultaneamente em várias partes do mundo, como EUA, Brasil e Suécia, na década de 1980. O estilo tem raízes no Thrash metal, porém ele apresenta mais agressividade que seu antecessor, letras com temas niilistas, sobre violência, morte e sobre a fragilidade da vida humana. Algumas bandas do gênero são, Morbid Angel, Cannibal Corpse e Krisiun.

Doom Metal : O estilo músical seguiu no início da década de 80 com as bandas Trouble e Saint Vitus que possuiam grande influência da banda Black Sabbath. Lembrando que Black Sabbath era uma banda de heavy metal de 1968, considerada uma das precursoras de todo ou quase todo o heavy metal, ela mesmo ajudou na criação de diversos esstilos musicais.



(Paradise Lost)


Gothic Metal : Gothic metal (também conhecido como goth metal ou metal gótico) é um gênero do metal que evoluiu do doom metal, e caracteriza-se por seu clima melancólico e um enfoque sombrio em temas como religião, sexualidade e morte. A maioria das bandas do gênero utilizam elementos da música erudita como coros e orquestras (produzidos, na maioria das vezes, por sintetizadores) e vocais líricos. O gothic metal está totalmente relacionado aos mais variados gêneros que existem dentro do cenário heavy metal. Mesmo possuindo uma certa influência do rock gótico dos anos 70 e 80, o gothic metal não é considerado de forma alguma um tipo de música gótica, pelo fato do goticismo nunca ter tido nenhuma relação com o metal. Por essas e outras razões, discursos como "não existe gothic metal" já estão se tornando comuns nos dias de hoje. O gothic metal de fato existe, levando-nos a refletir se a origem do problema é realmente uma taxonomia musical. O termo foi cunhado por Nick Holmes, vocalista do Paradise Lost e o álbum Icon lançado em 1993 pela banda, já apresentava essa sonoridade.




(Nightwish)


Symphonic Metal : Em sua origem, o Symphonic Metal tem a idéia da inserção de trechos de músicas clássicas em álbuns de bandas de Death Metal, Black Metal e Doom Metal, entretanto, no início dos anos 90 bandas como Angra já flertavam mais inerentemente com o estilo, como em músicas como Stand Away e Lasting Child.

Contudo, o estilo musical se emancipa efetivamente com a banda Therion.

A banda publica seus primeiros álbuns no início dos anos 90, com um som pesado como os estilos anteriormente citados. Já em 1996, com o disco Lepaca Kliffoth nota-se forte influência de música clássica, mas ainda o metal pesado é a marca registrada.

Porém, é com o disco Theli (também de 1996) que de fato a idéia de mesclar música clássica ao Riff do Metal ganha vida e se levanta. Músicas como "To Mega Therion" e "Cults of The Shadow" demonstram uma nova forma de se fazer Metal, com o refinamento de música erudita aliado a um som marcante e não menos pesado.

No ano de 1997, o Nightwish surge na cena Metal, exibindo vocais líricos aliados às guitarras.

Em 2003, surge uma obra prima do Metal Sinfônico. O disco denominado Secret of The Runes foi gravado com uma orquestra de fato, e esbanja qualidade sonora e o timbre real dos instrumentos eruditos - dispensando o limitado poder dos sintetizadores para este fim.

O Metal sinfônico é mais conhecido no mundo através de bandas como Nightwish, Epica, After Forever e Within Temptation.

Bandas como Therion que preserva uma influência clássica muito forte, e as bandas dos gêneros Black Metal e Symphonic Power Metal e Doom Metal têm maior projeção na Europa.


(Tuatha de Danann)


Folk Metal : O folk metal consiste num estilo onde se mescla um estilo de heavy metal com elementos de alguma espécie de música popular de raiz (celta, eslava, escandinava, védica etc).

Principais características do gênero são:

A presença de instrumentos musicais folclóricos (gaita-de-fole, violino, flauta, harpa, etc.) ou apenas o som destes feito por um teclado ou sintetizador.

Ritmos e melodias feitos com os instrumentos usuais do heavy metal, cuja sonoridade remete à música folclórica.

Linhas vocais típicas da música folclórica.

Letras com temas folclóricos ou mitologicos.

NOTA: Bandas que usam temas folclóricos em suas letras mas não possuem esta influência em suas melodias geralmente não são consideradas como bandas de folk metal.





Power Metal : É associado a um som épico, herdado do Speed Metal, influenciado pela música erudita.

Criado por Kai Hansen no começo do Helloween fazendo uma versão mais melódica do Heavy Metal, mais tarde esse novo estilo veio a ser chamado de Power Metal.

Hoje o Power Metal está mais abrangente, foram criados vários sub-gêneros, cada um com suas características.

O Power Metal possui em suas letras temas bastante variados, bandas como Blind Guardian e Rhapsody of Fire têm preferência por temas como a fantasia, medievalismo e misticismo. Também é possível encontrar músicas românticas, como no Sonata Arctica, outras com muita positividade: Stratovarius, assim como temas políticos e até mesmo religiosos, como em canções do Gamma Ray e Running Wild.


(Avenged Sevenfold)

Metalcore : Metalcore nada mais é do que a fusão de estilos, neste caso entre o thrash metal e o hardcore punk. O movimento foi iniciado na cidade de Nova Iorque na década de 80 e está atingindo o ápice atualmente. Bandas como Bullet For My Valentine, Shadows Fall, Killswitch Engage, Sonic Syndicate, Unearth, Caliban, Trivium e As I Lay Dying são os principais nomes hoje em dia, dando origem ao movimento cujo denomina-se N.W.O.A.M. (New Wave Of American Metal) que tem como significado A Nova Onda Do Metal Americano.



(Rage Against in The Machine)


Groove Metal : É uma forma de rock alternativo, que mescla técnicas canoras e riffs característicos do metal e rythim and blues, e rap. Caracteriza-se pelo uso de riffs bastante pesados típicos do heavy metal, o baixista toca ritmos característicos de funk (incorporando a técnica do slap às vezes em rock alternativo, os compositores se aproximam de rimas "estilo-hip hop". Exemplos:Eric Burdon, Infectious Grooves, Primus, Incubus (primeiros trabalhos) e Rage Against in The Machine.

Fonte: Wikipedia

Rock - Anos 90

(Nirvana)


Grunge: não foi um estilo de música, mas sim um nome para o movimento que trazia diversas bandas sem um estilo definido. A principal banda desse estilo era o Nirvana, que tinha um som voltado para o punk. Bandas como Soundgarden e Alice in Chains tinham um estilo mais inspirado no metal e no hard hock, Pearl Jam puxava mais para o lado do hard rock, rock clássico e rock alternativo. Outras bandas como Stone Temple Pilots, Bush e Silverchair chegaram no mainstream depois da consolidação do movimento Grunge. Muitas dessas bandas atingiram o 1º lugar nas paradas no mundo todo e até hoje vê-se influências desse movimento em bandas como Everclear e Seether.

Britpop:algumas bandas inglesas, que por possuírem uma estética similar, embora sem representar um movimento unitário, costumam ser denominadas britpop. Entram nesta denominação grupos pop como Blur e Oasis assim como grupos menos comerciais como Pulp, Suede, The Stone Roses e Supergrass.



(L7)

Riot Grrrl : a grosso modo, uma versão feminina do grunge, porém com letras que deixam transparecer o ativismo pela causa feminista. As suas representantes incluem L7, Bikini Kill, Sleater-Kinney, Babes in Toyland e Bratmobile.

Tudo começou nos Estados Unidos em meados dos anos 90. O termo surgiu quando Alison Wolfe, do Bratmobile, resolveu produzir um fanzine feminista chamado Riot Grrrl, onde se rebelava contra uns dos dogmas sagrados do mundo do rock: Garotas não sabem tocar guitarra, bateria, ou baixo tão bem quantos os homens. Devido a essa postura, várias garotas sentiam-se desencorajadas a tomar frente de uma guitarra ou qualquer outro instrumento. As riot grrrls não faziam questão de se mostrarem bonitinhas, meigas, ou bem comportadas. Como fossem vetadas pelo fato de serem mulheres, raspavam as cabeças, usavam roupas masculinas e, às vezes, até como protesto, se envolviam com outras mulheres, mostrando a eles, os homens, de que eram tão capazes e às vezes "até mais" do que eles.



Metal Progressivo: aliando o peso do heavy metal à psicodelia do rock progressivo, algumas bandas deste estilo fazem dos seus membros referências para os entusiastas do heavy metal e, em alguns casos, do rock de uma forma geral. O exemplo mais proeminente é o Dream Theater, cujos integrantes são cultuados por seu talento (como o guitarrista John Petrucci, o tecladista Jordan Rudess e o baterista Mike Portnoy). Outros exemplos de bandas neste estilo incluem, Shadow Gallery, Evergrey, Symphony X, Queensryche e Vanden Plas.


(Evanescence)

Metal Alternativo : É uma forma eclética de heavy metal que ganhou popularidade por volta da década de 1990, juntamente com o grunge. Destaca-se por diversas características do próprio heavy metal, como riffs pesados, porém quase sempre com uma forte tendência experimental, incluindo letras pouco convencionais, compassos estranhos, uma maior síncope que no metal típico, técnicas extravagantes, uma resistência aos enfoques tradicionais à música pesada, e a incorporação de uma ampla gama de influências de fora da cena musical do metal.
Algumas bandas surgidas, com esse estilo, são: Faith No More, Alice In Chains, Deftones, Tool, Godsmack, Evanescence e System of a Down .


Indie Rock : é um estilo musical que caracteriza bandas que não são lançadas por grandes gravadoras, porém o grande sucesso de algum desses grupos lançaram-nos diretamente para gravadoras de grande porte, embora o som na maioria dos casos, não perca a identidade, fazendo com que tais bandas, mesmo com o sucesso de público e grande repercussão na mídia, sejam consideradas bandas alternativas. Algumas bandas do gênero são: Franz Ferdinand, The Strokes, The Killers, The Libertines e Coldplay



(Slipknot)


Nu Metal : também conhecido como new metal ou nu-metal, é caracterizado por bandas que misturam outros estilos musicais nas suas composições, notadamente rap ou música eletrônica. Por causa disso, é ignorado pelos entusiastas puristas de heavy metal. Bandas deste estilo incluem Slipknot, Korn, Limp Bizkit, P.O.D., Otep, Linkin Park e Papa Roach. Alguns atribuem a origem do estilo ao Faith No More.

Rock Industrial : O rock industrial é basicamente a junção entre o rock and roll "pesado" e a música eletrônica. Mais especificamente, ele agrega em si influências tão díspares quanto a música industrial original e EBM, thrash Metal, noise rock (The Swans, Big Black) e Pós-punk (Killing Joke, Public Image Ltd). Marilyn Manson e Nine Inch Nails fazem parte deste gênero.



(Green Day)

Pop Punk : o Pop Punk começou com um cenário independente muito forte, com diferentes estratégias de divulgação. Alguns representantes desse estilo: Yellowcard, Green Day, Blink-182, Sum 41 e The Offspring.

obs: os primeiros albuns do Green Day são considerados Punk Rock

Fonte: Wikipedia

Rock - Anos 50 a 80



Rock and Roll

O Rock and roll surgiu nos subúrbios dos Estados Unidos no final da anos 1940 e início da década de 1950 e rapidamente se espalhou para o resto do mundo. Suas origens imediatas remontam a uma mistura entre vários gêneros musicais populares da cultura negra naquele momento, incluindo o rhythm and blues, a gospel music, o country e o western. Em 1951, na cidade de Cleveland (no Estado do Ohio), o discotecário Alan Freed começou a tocar rhythm and blues para uma plateia multi-racial e a ele é creditado a primeira utilização da expressão "rock and roll" para descrever a música.

Existe muita discussão sobre qual deveria ser considerada a primeira gravação rock & roll. Uma forte candidata é "Rocket 88", de Jackie Brenston e os Delta Cats (na verdade, Ike Turner e sua banda The Kings of Rhythm), gravada e lançada pela Sun Records de Sam Philips em 1951. Quatro anos depois, em 1955, "Rock Around the Clock" de Bill Haley se tornou a primeira canção de rock and roll a chegar ao topo da parada de vendas e execuções da revista Billboard e abriu caminho mundialmente para esta nova onda da cultura popular. Mas uma edição da revista Rolling Stone de 2004 argumentou que "That's All Right (Mama)", de 1954, o primeiro single de Elvis Presley (com Scotty Moore na guitarra e Bill Black no baixo) para a Sun Records em Memphis foi o primeiro registro de rock and roll na história e a criação do som "rockabilly" caractéristico da Sun Records. Mas, àquela altura, "Shake, Rattle and Roll" de Big Joe Turner, posteriormente regravada por Haley, já estava no topo da parada R&B da Billboard. Outros artistas que lançaram os primeiros sucessos do rock and roll foram Chuck Berry, Bo Diddley, Fats Domino, Little Richard, Jerry Lee Lewis e Gene Vincent.

A década de 1950 assistiu ao crescimento da popularidade da guitarra elétrica e o desenvolvimento de um estilo de rock and roll especificamente tocado por expoentes tais como Berry, Link Wray e Scotty Moore. Também viu grandes avanços na tecnologia de gravação, como a gravação multi-faixas desenvolvida por Les Paul e o tratamento eletrônico de sons por produtores musicais inovadores como Joe Meek. Todos estes avanços foram fundamentais para a influência do rock posteriormente.

Os efeitos sociais do rock and roll foram massivos e mundiais. Muito além de um simples estilo musical, o rock and roll influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem. Alguns acreditam que o novo gênero pôde ter ajudado a causa do movimento dos direitos civis nos EUA, porque tanto jovens brancos quanto negros apreciavam a nova música. No entanto, até o início da década de 1960, grande parte do impulso inicial musical e do radicalismo social do rock and roll tinha se dissipado, com o crescimento de ídolos teen, uma ênfase nas danças frenéticas e o desenvolvimento de uma leve música pop adolescente. Nos anos 1960 surgiu o som da Motown. De 1961 a 1971, havia 110 músicas da gravadora na listas das 10 mais tocadas, e artistas como Stevie Wonder, Marvin Gaye, The Supremes, The Four Tops, e The Jackson 5, todos gravaram na Motown. Todos os cinco artistas da Motown foram introduzidos no Rock and Roll Hall of Fame.





Invasão Britânica

No Reino Unido, o movimento trad jazz levou muitos artistas do blues a visitar o país. Enquanto estava desenvolvendo o Concorde, o sucesso "Rock Island Line", de Lonnie Donegan, em 1955, foi a principal influência e ajudou a desenvolver uma nova tendência de grupos musicais de skiffle em todo a Grã-Bretanha, incluindo os Beatles. Foi em solo britânico que se desenvolveu uma grande cena rock and roll, sem as barreiras raciais que mantiveram a "gravações de raça" ou rhythm and blues separados nos Estados Unidos.

Cliff Richard emplacou o primeiro sucesso britânico de rock 'n' roll com "Move It", que efetivamente inaugurou o rock britânico. No início da década de 1960, o seu grupo de apoio The Shadows foi um dos vários grupos a obter sucessos instrumentais. Enquanto o rock 'n' roll caminhava em direção a um pop leve e a baladas fora de moda, grupos de rock britânicos, fortemente influenciados por pioneiros do blues-rock como Alexis Körner, tocavam cada vez mais em clubes e bailes locais e se distanciavam do rock and roll dos brancos norte-americanos.

Até o final de 1962, a cena do rock britânico tinha ganhado grupos como Beatles debruçados sobre um vasto leque de influências que incluíam a soul music, o rhythm and blues e a surf music. Inicialmente, eles reinterpretaram sucessos-padrão norte-americanos, tocados para dançarinos de twist, por exemplo. Esses grupos acabaram introduzindo em suas composições originalidade, som distinto e conceitos musicais cada vez mais complexos. Em meados de 1962, os Rolling Stones foram um dos numerosos grupos surgidos e que mostravam uma influência blues cada vez maior, juntamente com os Animals e os Yardbirds. No fim de 1964, as bandas The Kinks, The Who e The Pretty Things representavam o novo estilo Mod. Perto do final da década, grupos de rock britânico começaram a explorar estilos musicais psicodélicos que faziam referência a subcultura das drogas e experiências alucinógenas.




Folk Rock

O termo surgiu em um movimento que cresceu nos Estados Unidos e Canadá em meados da década de 1960. O som era composto por harmonias vocais afinadas e uma abordagem limpa para a utilização de instrumentos elétricos como a guitarra elétrica. O repertório era desenvolvido a partir de fontes folclóricas e também de outros artistas como Bob Dylan.

O estilo passou também para a Europa em um distindo e eclético gênero chamado folk rock britânico, pioneiro com bandas como Pentangle e Fairport Convention, que apesar de começarem como o mesmo som das bandas estadunidenses, encontrou elementos locais do Reino Unido para suas composições.

A partir da década de 1970 começaram a surgir ramificações no estilo que consistiam no relacionamento com outros gêneros musicais contemporâneos, tais como o acid folk, folk psicodélico (relacionado com o rock psicodélico) e folk progressivo (relacionado com o rock progressivo). O folk progressivo foi representado pela banda Jethro Tull principalmente nos álbuns Songs from the Wood (1977) e Heavy Horses (1978); apesar disso outros álbuns da banda também são bastante relacionados com o estilo.


(Pink Floyd)

Fase Psicodélica

A música psicodélico surgiu dentro da cena folk, quando o grupo The Holy Modal Rounders popularizou o termo em 1964. Com um conhecimento adquirido que incluia as músicas folk e jug band, grupos como Grateful Dead e Big Brother & The Holding Company fizeram fama neste sub-gênero. O auditório The Fillmore, em San Francisco, foi um dos principais palcos para grupos - originalmente de jug band - como o Country Joe and the Fish e Jefferson Airplane. Em outra parte, enquanto o grupo The Byrds emplacava o hit "Eight Miles High", a banda The 13th Floor Elevators batizava seu disco com o nome "The Psychedelic Sounds of the 13th Floor Elevators". A música ficava cada vez mais associada à oposição à Guerra no Vietnã.

Na Inglaterra, o grupo Pink Floyd vinha desenvolvendo desde 1965 o rock psicodélico dentro da cultura underground local. Em 1966, surgiu a banda Soft Machine o cantor Donovan emplacou "Sunshine Superman", canção influênciada pela folk music, que se tornou uma das primeiros gravações pop psicodélicas. Em agosto daquele ano, os Beatles lançaram Revolver, álbum caracterizado pela psicodelia nas faixas "Tomorrow Never Knows" e "Yellow Submarine", assim como a memorável capa do disco. Ao mesmo tempo, nos EUA, os Beach Boys "respondiam" com o LP Pet Sounds. A partir de uma bagagem cultural blues rock, o grupo Cream estreou em dezembro e Jimi Hendrix fazia sucesso em terras britânicas antes de retornar para o solo norte-americano.

A cena psicodélica verdadeiramente engatou em 1967 com os lançamentos de LPs como Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, e Their Satanic Majesties Request, dos Stones, além dos álbuns homônimos de estréia das bandas The Doors e Jefferson Airplane. Com o Verão do Amor atingindo seu pico, o Festival Pop de Monterey destacou as performances de Jefferson Airplane e apresentou Janis Joplin e Jimi Hendrix. O auge desta tendência de grandes festivais de rock foi o Festival de Woodstock, em 1969. Bandas da cultura Paisley Underground de Los Angeles também se destacaram neste cenário pós-final de década.




(Rush)

Rock Progressivo

As bandas de rock progressivo foram além das fórmulas estabelecidas dentro do rock e passaram a experimentar diferentes instrumentos, tipos de canções e formas musicais. Algumas bandas como Eric Burdon & The Animals, Pink Floyd, Moody Blues e Procol Harum experimentaram novos instrumentos que incluindo seções com instrumentos de sopro e orquestras. Muitas dessas bandas caminharam das convencionais canções de três minutos em direção a composições mais longas, com acordes cada vez mais sofisticados. Inspirados em artistas daquela época, os "proto-prog", novas bandas surgiram e criavam seu próprio gênero, inicialmente baseado no Reino Unido, depois do lançamento do disco de estréia do grupo King Crimson, em 1969, chamado "In the Court of the Crimson King".

As bandas de rock progressivo tomavam emprestado idéias musicais da música clássica, do jazz, da música eletrônica e da música experimental. Suas canções variavam de uma belas e exuberantes melodias para atonais, dissonantes, e complexas harmonias. Poucos grupos atingiram grande sucesso comercial, mas muitos formaram uma legião de seguidores, entre os quais, Pink Floyd, Yes, Marillion, Rush, Jethro Tull, Genesis e alguns outros grupos menos notáveis que foram capazes de alavancar a complexidade de suas canções no bojo de sucesso convencionais, angariando um público maior.


Glam Rock

O Glam rock emergiu de dentro das cenas psicodélica e art rock britânicas no final da década de 1960, capitaneado por artistas como T. Rex, Roxy Music, Steve Harley and Cockney Rebel e David Bowie, e também inspirados na performance de artistas como The Cockettes, Lindsay Kemp, Syd Barrett (vocalista do Pink Floyd, banda a qual David Bowie regravou "See Emily Play") e Eddie Cochran (de quem o T. Rex's regravou "Summertime Blues").


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(Deep Purple)


Hard Rock & Heavy Meyal

Uma segunda leva de bandas de rock britânicas e norte-americanas se tornou popular durante o início da década de 1970. Grupos como, Grand Funk Railroad, Led Zeppelin, Kiss, AC/DC, Deep Purple, Queen, Alice Cooper, Judas Priest, Status Quo, Aerosmith, Black Sabbath e Uriah Heep intensificaram o modo de tocar, conduzindo suas guitarras rumo ao hard rock.

Este sub-gênero pereceu em direção a imitação caricatural no final daquela década. Muitos de seus adeptos lançaram álbuns mais próximos do rock progressivo ou até da disco music. Poucas bandas - entre elas, Kiss, Black Sabbath, Queen, AC/DC, Led Zeppelin, Aerosmith e Rush - mantiveram um número significativo de fãs e ocasionalmente empalcaram sucessos comerciais. Apesar da esmagadora maioria da crítica musical ter aversão ao hard rock, este estilo musical ganhou uma sobrevida com o lançamento em 1978 do álbum de estréia da banda Van Halen. O disco ajudou a prenunciar uma era de maior comercialização do rock, estabelecida fora de Los Angeles. Depois que este "lado glam" do metal entrou em ascensão, bandas como Iron Maiden, Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax, conduziram o metal a sua cena original, que passou a ser chamado de heavy metal mas analizando a musicalidade de bandas anteriores à New Wave, viu-se que o heavy metal já existia, visto que várias bandas faziam músicas mais pesadas que o hard rock como o Black Sabbath (tido como criador do rock pesado), o Kiss, o Judas Priest, o AC/DC e outras bandas que conseguiam compor músicas dos dois estilos, então hoje se diz que na verdade o heavy metal surgiu no começo dos anos 1970 com o Black Sabbath, que também compunha muitas músicas no estilo hard rock.



Punk Rock

As letras do punk rock são tipicamente francas e conflituosas em comparação com outros gêneros musicais populares e freqüentemente abordam questões sociais e políticas. Canções como "Career Opportunities", do Clash, e "Right to Work", do Chelsea, lidam com o desemprego e a dura realidade da vida urbana. Principalmente em seu início, o punk britânico tinha como objetivo central ulttrajar e se chocar o sistema vigente. Clássicos dos Sex Pistols como "Anarchy in the UK" e "God Save the Queen" abertamente afrontavam o sistema político e os costumes sociais britânicos. "O punk foi uma completa revolta cultural. Foi uma grave confrontação com o lado obscuro da história e da cultura, com as fantasias da direita, com os tabus sexuais, uma investigação de maneira minuciosa que nunca havia sido feito antes por qualquer geração".

Contudo, outros temáticas comuns se manifestaram em representações anti-sentimentais dos relacionamentos e do sexo, exemplificada em "Love Comes in Spurts", da banda The Voidoids, ou ainda a anomia que se manifestou diversas vezes inspirados pelo "Blank Generation" ou na rudeza dos Ramones, como na letra "Now I Wanna Sniff Some Glue". Outras vezes, muitas letras de punk rock tratam de assuntos já tradicionais dentro do rock, como o namoro, decepções amorosas e sair com alguém; a abordagem variava entre a falta de emoção e a simplicidade agressiva padrão dos Ramones, como em "I Wanna Be Your Boyfriend" , e um estilo mais sincero e sem ambigüidades de muitos grupos pop punks que surgiriam depois. Em 1976, os Ramones e os Sex Pistols realizaram uma turnê pelo Reino Unido, que inspirou o surgimento da primeira leva de bandas de punk britânicas, como The Clash, The Damned, The Buzzcocks e muitas outras através do princípio do "Faça você mesmo". Quando os Sex Pistols excursionaram para os Estados Unidos América, eles difundiram sua música para a Costa Oeste - quando antes, o punk era um fenômeno basicamente da Costa Leste, em especial em New York e Washington DC - e deram impulso a grupos como Dead Kennedys, X, Fear, The Germs, Circle Jerks e Black Flag.

A partir da década de 1980, o punk rock evoluiu para muitos sub-gêneros. O primeiro deles é o movimento underground hardcore punk, nascido na América do Norte. O novo som era caracterizado inicialmente por tempos extremamente acelerados, canções curtas, letras baseadas no protesto político e social, revolta e frustrações individuais, cantadas de forma agressiva. Os principais expoentes desta vertente punk foram os gruposn Black Flag, Minor Threat e Bad Brains. Este estilo se fundiu com vários gêneros e sub-gêneros, alguns dos quais experimentaram sucesso comercial, como skate punk, hardcore melódico e metalcore.

New Wave

O punk rock atraiu devotos dentro de escolas de artes norte-americanas. Logo surgiram bandas com abordagens mais letradas e artísticas, como os Talking Heads e o Devo, que começaram a se infiltrar na cena punk. Para essas bandas, foi criado o termo Pós Punk, e para as outras que flertavam apenas com o pop, foi denominado o "New Wave". Em alguns círculos, o termo New Wave começou a ser usado para descrever e diferenciar bandas abertamente "menos" punk.

Se o punk rock foi um fenômeno social e musical, ele não caminhou em direção a recorde de vendas (pequenas gravadoras específicas como a Stiff Records tinham lançado muitos artistas punks até à época). O mesmo se deu com o número de execuções nas estações de rádio norte-americanas, que continuou a ser dominada pelo formatos mainstream, tais como a disco music e vertentes do rock comercial. Executivos das gravadoras, a maioria deles foi iludido pelo movimento punk como algo vendável, reconheceram o potencial da New Wave como estilo mais acessivo e começaram a assinar e comercializar qualquer banda que pudesse reivindicar uma conexão remota entre punk e New Wave. Muitas dessas bandas, como The Cars e The Go-Go's eram essencialmente bandas de pop disfarçadas de New Wave privilégios reais; outras, entre as quais The Police e The Pretenders, exploraram e deram impulso ao sucesso inicial dentro desse movimento e colheram frutos de uma carreira longa e artisticamente consagrada.

Entre 1982 e 1985, influenciado por Kraftwerk, David Bowie e Gary Numan, a New Wave seguiu em direção do New Romantic de artistas como Duran Duran, A Flock of Seagulls, Culture Club, Talk Talk e Eurythmics, que às vezes utilizavam o sintetizador para substituir todos os outros instrumentos. Este período coincidiu com a ascensão da MTV nos Estados Unidos e levou a uma grande dose de exposição destes artistas do synth-pop. Algumas bandas de rock reinventaram-se e lucraram muito com exibições na MTV, por exemplo o Golden Earring, banda que fez muito sucesso com uma única canção na década de 1970 - "Radar Love" - e conseguiu emplacar um novo hit na década seguinte - "Twilight Zone". Apesar da popularização das muitas coletâneas de canções "Greatest of New Wave" que caracterizaram aquela época, a New Wave refere-se mais a uma época anterior de "vacas magras", de bandas de rock como The Knack ou, mais notoriamente, Blondie.



(The Cure)

Pós-Punk

Paralelamente a New Wave, o pós-punk desenvolvia-se como uma conseqüência natural do punk rock. De certa forma, o movimento estava preso ao punk rock. Apesar de alguns virem um intercâmbio com a New Wave, o pós-punk foi tipicamente mais desafiador e artístico. Misturavam o experimentalismo das vanguardas artísticas, sons eletrônicos, e letras amargas e obscuras, com toda aquela atitude e frustração presente no punk rock. Alguns categorizam o pós-punk como a mistura da sensibilidade artística e musical do rock progressivo, com a simplicidade e a proposital falta de técnicas e profissionalismo dos punks. De fato não existe um padrão exato que caracterize o gênero, devido a liberdade musical que lhes foi concedido, porém há algumas semelhanças marcantes entre as bandas, como a bateria seca e militar, e o fato do baixo se tornar um instrumento de mais destaque, ao contrário da guitarra que é deixada de fundo.

O movimento foi efetivamente iniciado com as estréias das bandas Public Image Ltd., Psychedelic Furs e Joy Division. Logo se juntariam Siouxsie & the Banshees, The Fall, Pere Ubu, Suicide, Talking Heads, Gang of Four, Bauhaus, The Cure e Echo & the Bunnymen. Predominantemente um fenômeno britânico, o sub-gênero seguiu nos anos oitenta com uma maior exposição comercial no Reino Unido e no exterior, mas a banda mais bem sucedida a emergir da era pós-punk foram os irlandeses do U2, que até o final daquela década se tornariam uma das maiores bandas no mundo, trocando o pós-punk pelo pop rock.


(Poison)


Glam Rock

Um dos sub-gêneros mais populares da década de 1980 foi o glam metal. Influenciado por vários artistas do hard rock/heavy metal da década anterior, tais como Aerosmith, Queen, Kiss, Alice Cooper, Sweet e New York Dolls, a primeira leva de bandas de glam metal que ganharam notabilidade foram: Mötley Crüe, Skid Row, W.A.S.P., Ratt, Poison, Quiet Riot, além da mais conhecida delas -mas formada nos anos setenta-, Kiss. Ficaram conhecidos pelo estilo de vida excessivo, que se refletia no vestuário, na maquiagem e nos cabelhos espalhafatosos. Suas canções também eram geralmente focadas na tríade sexo, bebidas e drogas.

Em 1987, surgiu uma nova geração de artistas do glam metal, entre os quais Bon Jovi, L.A. Guns, Poison e Faster Pussycat. Formado a partir da fusão de integrantes do L.A. Guns e do Hollywood Rose, os Guns N' Roses emergiram desta cena glam rumo a um grande sucesso comercial, embora eles não sejam categorizado como uma típica banda de glam metal como as demais citadas neste tópico.


(Sonic Youth)

Rock Alternativo

As primeiras bandas de rock alternativo - R.E.M., The Feelies e Violent Femmes - combinaram suas influências punks com outras de folk music e do rock mainstream (comercial). Destas, o R.E.M. foi a de maior êxito imediato; seu álbum de estréia "Murmur", de 1983, figurou no Top 40 da Billboard e inspirou uma série de seguidores, as bandas de jangle pop. Uma das muitas cenas do jangle pop no começo dos anos oitenta foi a "Paisley Underground", em Los Angeles, que buscava inspiração em artistas da década de 1960 e incorporar a psicodelia, as ricas harmonias vocais e a interação da guitarra do folk rock, bem como de bandas que influenciaram movimentos musicais underground como o Velvet Underground.

Selos independentes estadunidenses como SST Records, Twin/Tone Records, Touch & Go Records e Dischord Records ocuparam posição de destaque na mudança do cenário underground nos EUA dominado pelo hardcore punk em direção a diversos estilos do rock alternativo que emergiriam a partir dos anos oitenta. Bandas como Hüsker Dü e The Replacements, amabas da cidade de Minneapolis, eram indicativos desta tendência. Estes dois grupos começaram como bandas de punk rock, mas logo diversificaram os seus sons e se tornaram mais melódicas, culminando nos respectivos álbuns "Zen Arcade" e "Let It Be" (ambos de 1984). Eles foram aclamados pela crítica e chamaram a atenção para o florescimento do sub-gênero musical. Naquele mesmo ano, a SST Records também lançou os primeiros trabalhos dos grupos Minutemen e Meat Puppets, que misturavam punk com funk e country music, respectivamente.

O R.E.M. e o Hüsker Dü foram modelos para uma grande parte dos artistas alternativos dos anos oitenta, de forma que conseguiriam aproximar suas carreiras.[12] Na segunda metade daquela década, a cena alternativa e as rádios universitárias norte-americanas eranm dominadas pelas chamadas bandas college rock, como The Pixies, They Might Be Giants, Camper Van Beethoven, Dinosaur Jr e Throwing Muses - bem como por sobreviventes do post-punk britânico. Outro estilo ascendente dentro do rock alternativo foi o noise rock das bandas Sonic Youth, Big Black, Butthole Surfers, entre outras. No final daquela década, um número crescente de grupos alternativos assinavam contratos com grandes gravadoras. Enquanto no início grandes gravadoras que assinaram com o Hüsker Dü e os Replacements obtiveram pouco sucesso, outros artistas que seguiram o mesmo caminho e também assinaram com grandes selos, como os casos do R.E.M. do Jane's Addiction, alcançaram grandes vendagens de discos que conduziram anos depois em uma ruptura com o alternativo. Algumas bandas como os Pixies tiveram um grande sucesso no exterior, enqaunto eram igonorados em nível local. No início da década de 1990, a indústria fonográfica was abuzz about possibilidades de comercialização do rock alternatico e ativamente incitou grupos alternativos como o Dinosaur Jr, Firehouse e Nirvana.

Fonte: Wikipedia
 
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